Mesóclises e sarilhos

•January 18, 2010 • 2 Comments

Ontem assistimos ao filme “Bastardos Inglórios” aqui em casa. Com legendas em português de Portugal a coisa ficou interessantíssima. Preciso pegar mais filmes com legendas portuguesas. Eles usam mesóclise e terceira pessoa!

O personagem perguntou: “quem vai vos tirar deste sarilho?”

Continhas

•January 16, 2010 • Leave a Comment

Calculo que eu já tenha gasto até hoje, com eletrônicos e eletrodomésticos, desde que nasci, pelo menos uns 50 mil reais. Se eu morasse nos EUA, essa quantia se reduziria para uns 20 mil.

Eu interior

•January 15, 2010 • Leave a Comment

Essa fotinho aí do cabeçalho representa as minhas entranhas. Eu a escolhi porque achei que estavam tão limpinhas…

E mais. Em tempos de Twitter, é bom sempre acrescentar outra linha. Um post com menos de 140 caracteres seria uma verdadeira humilhação, não?

Um dia uma promessa

•January 14, 2010 • Leave a Comment

Tenho certeza de que um dia, muito tempo atrás, eu prometi a mim mesmo que jamais escreveria um daqueles posts chatos dizendo que estou sem idéias.

Modelo de sucesso?!

•January 8, 2010 • Leave a Comment

Proposta de ‘taxa Google’ na França gera polêmica

PARIS — A proposta de uma comissão, encarregada pelo governo francês de criar uma “taxa Google” sobre a renda publicitária online para aumentar a remuneração de jornais, portais de cultura e artistas na internet, gerou polêmica nesta quinta-feira.

A chamada “missão Zelnik” entregou nesta quarta-feira ao ministro francês da Cultura, Frederic Miterrand, uma série de iniciativas para melhorar a oferta legal de bens culturais na internet e a remuneração dos criadores.

Entre as 22 propostas apresentadas, as que provocaram reações enérgicas por parte dos industriais da internet são relativas à parte financiera.

A comissão sugere a cobrança de uma taxa sobre a renda publicitária online para financiar suas iniciativas, cujo custo seria de 50 bilhões de euros (cerca de 70 bilhões de dólares) em 2010, e de 35 a 40 bilhões de euros anuais em 2011 e 2012.

Há alguns meses, os portais virtuais de cultura e notícias se queixam do fato de que sites de busca como o Google ficam com a maior parte dos recursos publicitários utilizando um conteúdo que não produziram, sem oferecer nenhuma contrapartida.

A “taxa Google”, como a apelidou o ex-ministro da Cultura Jacques Toubon, que integra a comissão do governo, seria aplicada apenas a grandes grupos como “Google, Microsoft, AOL, Yahoo! e Facebook”, segundo o relatório.

Os franceses, mais uma vez, lançando tendências idiotas! O melhor foi “sem oferecer nenhuma contrapartida”. Bem, que eu saiba o Google Adsense paga uma porcentagem, isso está até enriquecendo muito dono de site bem visitado. Enfim, mais uma piada da República Islâmica da França.

O inferno do consumo?

•January 2, 2010 • Leave a Comment

Quer saber o que é o inferno? Vá ao Park Shopping (o maior shopping de Brasília) em qualquer dia da semana após as 18 horas, e nos fins de semana em qualquer horário. Você não vai ver mais gente num shopping nem se for a um daqueles da zona norte de São Paulo. Você só verá tanta gente se for em uma feira, como a de automóveis de São Paulo.

O Seu Lulinha inflou a capital federal a níveis demográficos astronômicos com sua contratação infindável de funcionários públicos.

Reclamação

•December 30, 2009 • Leave a Comment

Gosto muito dos argentinos, mas uma coisa ninguém pode negar: o negócio deles é reclamar. Não é à toa que os sindicatos fazem tanto sucesso no país. A primeira grande atração turística que presenciei quando fui a Buenos Aires foi uma passeata em frente ao meu hotel. Depois fui almoçar e, na saída do restaurante, cabeções estourando na Plaza 9 de Julio. Se reclamação resolvesse problemas, a Argentina já seria um país de primeiro mundo.

E reclamação é um dos temas de Um namorado para minha esposa, que vimos ontem, eu e minha mulher. Muito bom. A “esposa” é tão reclamona que ganhou um programa de rádio cujo tema é as coisas que ela odeia. A lista é infindável. Como sempre, o principal problema da pessoa que reclama está nela mesma e no marido. Mas paro por aqui. O resto é sinopse. E eu odeio sinopses.