Veja, o Estado e o estado

Estou tendo flashes de memória.

Agora lembro que, umas semanas atrás, a revista Veja avisou que não mais grafaria com inicial maiúscula a palavra Estado. Isto porque a tal da maiúscula dava uma conotação de excessiva importância ao Estado, coisa com a qual a revista não concorda.

Então, a partir de agora, o amálgama da nossa curiosa revista de variedades fica assim: esquerdismo light, globalismo ambientalista, intervencionismo econômico e “estado” mínimo.

Só resta saber a que “Estado” a revista se refere, o nacional ou o global. Seria mais coerente que Veja (ou deveria eu dizer “veja”?) usasse duas grafias. Ao falar, por exemplo, sobre ambientalismo, diria que “o Estado precisa tomar providências quanto ao aquecimento global”, frase em que a dita palavra significaria a ONU e as ONGs bilionárias. Quando, por outro lado, falasse de nosso velho opressor nacional, diria que “Lula é nosso chefe de estado”.

~ by Evandro Ferreira on July 26, 2007.

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