Enquanto nos mudamos

Regra número um: não pensar durante processos intensos de mudança. Nossas impressões nos enganam. Passamos a gostar de coisas de que antes não gostávamos, só porque não vamos tê-las mais. Ficamos nostálgicos de coisas ruins.

Regra número dois: aprecie a experiência do “durante”. Por exemplo: caras semi-treinados em “relacionamento com o cliente” tratam-no por “Senhor”, mas, quando distraídos, dizem: “Falô, Senhor!” Em outro momento menos alegre, um deles diz: “Quando eu era menino, não levava um livro embaixo do braço, hoje eu carrego eles em caixas.”

~ by Evandro Ferreira on May 10, 2007.

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