Pérola literária

Juro que não entendo de direito o suficiente para dizer se isto é crime. Não deve ser, pois o professor Olavo tem experiência no campo, e já venceu uma ações judiciais por aí. De todo modo, o trecho de um seu artigo desta semana é impagável, hilário, quase me excrementei nas calças de tanto rir:

“Quanto ao marquês, professor universitário que escreve “Getulho” e “opróbio” e usa da solidariedade ideológica como gazua para tirar vantagem ilícita de seus companheiros, o gajo é tão ruim que não pode ser qualificado. Já o xinguei de tudo quanto é nome, e sinto que ainda não consegui expressar a quintessência da sua personalidade excrementícia. Ele é uma espécie de cocô metafísico, transcendental, inefável e inexprimível. Nem todos os demônios do inferno defecando juntos poderiam produzi-lo. Talvez só ele próprio, em agonias intestinais dantescas, conseguisse se gerar a si mesmo por propulsão gasosa, invertendo-se todo na saída do jato pelo orifício anal e, com as tripas no lugar do cérebro, julgasse por isso ver o mundo às avessas.”

~ by Evandro Ferreira on November 24, 2006.

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