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Babo de raiva toda vez que alguém me manda fazer uma coisa absurda e, ao ver meu olhar incrédulo, me pergunta: “por que não?” A nossa é a geração do “Por que não”. Conhecem aquela música do Chateano Veloso? “Eu vooooou… Por que nããão… Por que nããão?” Pois é. Todas as tolices que vieram depois (e até um pouco antes) foram precedidas de um “por que não”. Construir uma cidade no meio do nada e transformar em capital? “Por que nããão?” Gastar milhões do contribuinte para patrocinar filmes ruins? “Por que nããão?” Eleger um presidente ignorantão? “Por que nããão?” Cuspir pra cima e tentar pegar de novo o cuspe? “Por que nããão?”

Estou com preguiça de fazer listas. Mas essa é fácil. Sempre que vocês se lembrarem de uma tolice, a frasesinha do Chateano cabe lá. Ah, e também cabe o tal do “se permita”.

~ by Evandro Ferreira on March 23, 2004.

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