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Quando vejo um dono que gosta de seu cachorro, fico comovido. Hoje vi um sujeito atravessando a Rua dos Pinheiros com seu bichano. Quando chegaram os dois na outra esquina, o dono fez jeito de seguir em frente, mas o cachorro dobrou à esquerda (sinal dos tempos?). O homem, então, como um bom dono de cachorro, virou à esquerda. Ele poderia fazer o mais óbvio e normal: dar um puxão na coleira e seguir em frente. Mas não, ele virou à esquerda.

Eu sei que isso pode parecer banal, afinal ele estava passeando com seu cachorro e, por isso, estava à disposição do bicho naquele momento. Mas pense em quantos donos passeiam com seus cães e seguem o caminho que o bicho escolhe… Aliás, deve ser interessante deixar-se levar indefinidamente por seu cão, até mudar de bairro, ou mesmo perder-se!

A pergunta que não quer calar: onde iríamos parar se fôssemos levados por nossos cães?

Ai, meu Deus! Como ficou “profundinho” esse post. Desculpe, gente. Eu não queria. Foi sem querer. Quero deixar bem claro que “nossos cães” aqui NÃO tem um sentido psicanalítico!

~ by Evandro Ferreira on February 11, 2003.

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