Odiar as coisas certas?
“Como acontece com a maioria das emoções, o ódio é moralmente neutro. Sua valência moral depende de seu objeto. A menos que se seja o tipo de rigorista cristão que leva o Sermão da Montanha ao pé da letra, isto é, como fonte de orientação para a vida neste mundo e não (conforme era sua intenção) como uma forma de preparação para a vida num outro reino cuja vinda se considere iminente, a ninguém ocorrerá que seja imoral odiar Hitler ou Stalin.”
Ah, as simplificações…


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