Se um dia você encontrar isso aqui na Internet, vai precisar disso aqui, se tiver um Mac. Ah, e vai ter que abrir uma conta aqui (pagando, pra variar um pouco, seu pão duro).
Banco do Bananão
•January 29, 2010 • Leave a CommentCartão de crédito internacional que não está habilitado para compras internacionais pela internet. Transferência online PARA O MESMO BANCO sujeita a aprovação há mais de 2 horas (cancelei esta e fiz por outro banco).
Isto é Banco do Brasil.
Aprendendo jornalismo
•January 27, 2010 • Leave a CommentA “mídia” é, por definição (ou estruturalmente, se quisermos), marcada por algo que eu chamaria de desproporcionalização dos fatos.
Tomemos o exemplo de uma notícia que saia num jornal impresso. Uma pessoa passou por uma lipoaspiração e morreu na mesa de operação. A notícia então sai no jornal. Na cabeça dos leitores, imediatamente começa a formar-se a idéia de que é perigoso fazer lipoaspiração. Mas essa ideia é baseada em quê? Quantas pessoas fizeram lipoaspiração e não morreram? Se um jornal fosse obrigado por lei a manter as proporções, cada edição diária teria umas 10 mil páginas, onde viriam os nomes de todas as pessoas que fizeram lipoaspiração e não morreram. Lá no meio, então, veríamos a dona fulaninha que morreu. Veríamos? Nem chegaríamos a ver.
Todo mundo se deixa enganar por essas coisas. Eu mesmo, outro dia, atinei para o fato de que eu tinha a seguinte idéia na minha cabeça: câncer de próstata é MUITO perigoso e atinge MUITA gente, provavelmente quase metade da população masculina. Como a idéia estava num nível quase inconsciente (como todas as outras que temos, diga-se de passagem!), eu pude acreditar nela. Mas a simples enunciação aí em cima já mostra que ela é descabida. Mais de metade dos homens do mundo têm câncer de próstata durante a vida? Então fui atrás de estatísticas e descobri (com MUITA dificuldade) algo muito mais surpreendente do que eu esperava. A doença atinge algo em torno de 0,02% da população masculina brasileira. Sim, só isso! Passamos a vida preocupados por causa de uma merreca dessas.
Na verdade, quando eu disse que nos deixamos enganar, expressei-me mal. Não tem ninguém efetivamente nos enganando. E esse é justamente o problema. Deveria ser nossa obrigação manter as proporções na cabeça. Mas não é assim que acontece. Ninguém se preocupa com isso. O ser humano não sabe lidar com o jornalismo. E, para piorar, a mídia é de massa. Ou seja, ela nos cobre com uma enxurrada de notícias, quase sempre retiradas das profundezas dos zeros vírgula zeros.
Então, uma das maiores preocupações que eu tenho na minha cabeça é esta. Todo dia acordo dizendo a mim mesmo: Você não sabe lidar com o jornalismo. Aprenda!
Bons tempos aqueles, e também estes
•January 22, 2010 • Leave a CommentVocês se lembram de quando a Amazon.com enviava marcadores de livros junto com nossas compras? Pois é. Nunca mais recebi. Em compensação os livros estão cada vez mais baratos. Muitas edições impressas são mais baratas que a respectiva versão para Kindle, o que me foge totalmente à compreensão, mas até que me deixa feliz.
Enquanto isso, aqui no Bananão, livrinhos de bolso de 150 páginas da José Olympio custam 34 reais! É que não temos leitores suficientes para aumentar as tiragens e, além disso, sobram impostos e esbanjamento de luxo no material da capa e no papel. Bem, acho que é isso, pelo menos.
Por falar nisso, li hoje num jornal: “Um dos objetivos nacionais deveria ser a produção de leitores em larga escala, em um tempo histórico mínimo.” QUE MÊDA!!!
Amor de juiz?
•January 20, 2010 • 2 CommentsCada vez mais chego a uma conclusão: não é que eu não tenha a capacidade de julgar as pessoas; o que me falta é o tempo necessário para essa tarefa verdadeiramente hercúlea e inconsumável (se é que existe essa palavra).
Bem, na prática, dá no mesmo. Afinal, uma tarefa que demandaria a eternidade para ser realizada é, para um ser humano, uma tarefa para a qual ele não está capacitado; ou seja, que só cabe a Deus.
Mas não vou negar que sempre resta esta impressão de superioridade, de que os outros são insuportáveis! Ô coisinha difícil esse diacho de amor ao próximo…
Mesóclises e sarilhos
•January 18, 2010 • 2 CommentsOntem assistimos ao filme “Bastardos Inglórios” aqui em casa. Com legendas em português de Portugal a coisa ficou interessantíssima. Preciso pegar mais filmes com legendas portuguesas. Eles usam mesóclise e terceira pessoa!
O personagem perguntou: “quem vai vos tirar deste sarilho?”
Continhas
•January 16, 2010 • Leave a CommentCalculo que eu já tenha gasto até hoje, com eletrônicos e eletrodomésticos, desde que nasci, pelo menos uns 50 mil reais. Se eu morasse nos EUA, essa quantia se reduziria para uns 20 mil.
Eu interior
•January 15, 2010 • Leave a CommentEssa fotinho aí do cabeçalho representa as minhas entranhas. Eu a escolhi porque achei que estavam tão limpinhas…
E mais. Em tempos de Twitter, é bom sempre acrescentar outra linha. Um post com menos de 140 caracteres seria uma verdadeira humilhação, não?
Um dia uma promessa
•January 14, 2010 • Leave a CommentTenho certeza de que um dia, muito tempo atrás, eu prometi a mim mesmo que jamais escreveria um daqueles posts chatos dizendo que estou sem idéias.
Modelo de sucesso?!
•January 8, 2010 • Leave a CommentProposta de ‘taxa Google’ na França gera polêmica
PARIS — A proposta de uma comissão, encarregada pelo governo francês de criar uma “taxa Google” sobre a renda publicitária online para aumentar a remuneração de jornais, portais de cultura e artistas na internet, gerou polêmica nesta quinta-feira.
A chamada “missão Zelnik” entregou nesta quarta-feira ao ministro francês da Cultura, Frederic Miterrand, uma série de iniciativas para melhorar a oferta legal de bens culturais na internet e a remuneração dos criadores.
Entre as 22 propostas apresentadas, as que provocaram reações enérgicas por parte dos industriais da internet são relativas à parte financiera.
A comissão sugere a cobrança de uma taxa sobre a renda publicitária online para financiar suas iniciativas, cujo custo seria de 50 bilhões de euros (cerca de 70 bilhões de dólares) em 2010, e de 35 a 40 bilhões de euros anuais em 2011 e 2012.
Há alguns meses, os portais virtuais de cultura e notícias se queixam do fato de que sites de busca como o Google ficam com a maior parte dos recursos publicitários utilizando um conteúdo que não produziram, sem oferecer nenhuma contrapartida.
A “taxa Google”, como a apelidou o ex-ministro da Cultura Jacques Toubon, que integra a comissão do governo, seria aplicada apenas a grandes grupos como “Google, Microsoft, AOL, Yahoo! e Facebook”, segundo o relatório.
Os franceses, mais uma vez, lançando tendências idiotas! O melhor foi “sem oferecer nenhuma contrapartida”. Bem, que eu saiba o Google Adsense paga uma porcentagem, isso está até enriquecendo muito dono de site bem visitado. Enfim, mais uma piada da República Islâmica da França.


